Alberto Joao Jardim, Gabriel Drumond, Daniel Drumond e Jaime Ramos foram terroristas da FLAMA

Fizeram explodir quase 200 bombas no pós-25 de Abril, e nunca foram a julgamento. Onde pára a Flama?

O COORDENADOR operacional da Flama, com a bandeira da organização: «Todas as bombas passaram por mim»

O comerciante pegou na arma, escondeu-a na bagageira do Toyota Corona e saiu sozinho do Funchal a caminho de Água de Pena, nas imediações do agora ampliado aeroporto da Madeira. João da Costa Miranda ia para uma missão invulgar: poupar a vida a um inimigo.
Otelo Saraiva de Carvalho, mediático e polémico oficial que chegaria a estar preso, acusado de ser dirigente de uma organização terrorista de extrema-esquerda, as FP-25 de Abril, estava prestes a ser salvo por um dirigente de uma organização terrorista de direita, que demorou mais de 30 anos a dar pela primeira vez a cara por esse momento. «A linha que separa o heroísmo da estupidez é muito pequena», desabafa Costa Miranda, hoje com 84 anos, olhando para trás, para a história da Flama, a Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira, que ajudou a fundar. Miranda era um dos 16 dirigentes do directório político que deu origem à organização - e um dos dois únicos ainda vivos (um outro sobrevivente emigrou para Estrasburgo no final dos anos 70 e nunca mais voltou).


Nesse fim de tarde de 17 de Junho de 1976, o importador de aparelhagens de som foi ao encontro dos operacionais para os impedir de fazerem asneira. Horas antes, chegara-lhe aos ouvidos que os rapazes do braço armado, as Brima (Brigadas Revolucionárias da Independência da Madeira), haviam montado por iniciativa própria uma bomba debaixo da ponte do Seixo. Era o presente deles para Otelo, que estava de passagem pela Madeira: 14 quilos de gelamonite.
Explosões quase diárias
O ORGULHO dos operacionais: o atentado ao avião Nord-Atlas que transportava divisas para o continente foi considerado tecnicamente perfeito
Portugal vivia ainda, no Verão de 1976, de pés nus sobre as brasas do Processo Revolucionário em Curso (PREC) saído do derrube da ditadura pelos militares a 25 de Abril de 1974. Para os radicais de direita, o tenente-coronel Otelo tornara-se uma personificação do mal, encarnando a aproximação do país ao modelo soviético. A visita à Madeira como candidato a Presidente da República calhava, ainda para mais, numa altura de viragem da Flama, que tinha já um longo palmarés de atentados nas costas e parecia disposta a ir mais longe.
Havia um ano que o grupo terrorista reclamava, em panfletos de propaganda neopatriótica, a independência da ilha. Mas isso era o discurso teórico. Na prática, andava empenhado em perseguir quem pudesse transpirar algum cheiro a comunismo, intimidando os militantes de esquerda - não só do PCP, mas da UDP ao PS - com ameaças de morte, deportações sumárias em aviões da TAP e com o recurso à coqueluxe dessa campanha de terror anti-estalinista: uma salva de bombas e incêndios em carros, casas e alguns alvos estratégicos, como a Emissora Nacional e um avião Nord-Atlas conhecido por transportar divisas «para serem desbaratadas no continente».
Instalações da Emissora Nacional no Funchal, depois de rebentar uma bomba
Esse avião entraria, aliás, para os anais da Flama por ser a sua operação tecnicamente mais perfeita - uma espécie de estado da arte dos atentados à bomba, com 2700 gramas de gelamonite colocadas junto ao trem de aterragem da frente, o suficiente para evitar a explosão do depósito de combustível atrás, o que levaria pelos ares os dois Boeing de passageiros estacionados ao lado.
As explosões eram muito assíduas, quase diárias e, embora ainda não tivesse havido mortes, Miranda partilhava com os outros dirigentes - quase todos empresários como ele - uma dificuldade crescente em controlar os rapazes das bombas. A guerra de rua entrara em espiral e ameaçava dar um salto perigoso e sem retorno, como acontecera uma década antes com a ETA, no País Basco: era talvez chegado o momento de matar.

O DIRIGENTE político João da Costa Miranda
O medo e a reacção enérgica ao comunismo andavam a ser instigados às claras junto da população por figuras do PSD que ascendiam à ribalta e por uma igreja liderada pelo bispo Francisco Santana, um homem obcecado com uma guerra que acreditava ser santa, empurrando para a direcção do então paroquial «Jornal da Madeira» o jovem promissor social-democrata Alberto João Jardim, em quem o clérigo vira um ponta de lança contra os «vermelhos». E a quem os flamistas reconheciam uma retórica inflamada, apesar de não se ter alistado na Flama.
Miranda foi a tremer das pernas durante a viagem até Água de Pena. Não conhecia o rosto dos operacionais - os contactos entre a ala política e o braço armado quase não existiam, para evitar detenções em catadupa pela Polícia Judiciária. Mas conhecia o temperamento dos bombistas, quase todos filhos diletantes e impetuosos das famílias tradicionais e ricas da Madeira. Por isso, sabia que não iam gostar da visita inoportuna. No local deu de caras com três encapuzados, a quem deu o recado: «Se forem para a frente com isto, vai ser o fim da Flama e o vosso fim também». Tinha havido uma fuga de informação e Carlos Azeredo, então representante do governo de Lisboa na Madeira, mandara avisar que, a ser verdade, ele não descansaria enquanto não caçasse, um por um, os autores do crime. Mas o mais preocupante para os líderes políticos da Flama era que o padre Martins, acérrimo apoiante de Otelo em Machico, fizera constar que no dia seguinte circularia com o tenente-coronel num autocarro cheio de crianças. Sacrificá-las seria a ruína da organização, que, assim, nunca alcançaria o apoio do povo.

O renovado hotel do Santo da Serra, na antiga «primeira zona libertada da Madeira»
Foi uma discussão dura. R., o coordenador dos bombistas, hoje com 75 anos e sem vontade de revelar o nome por medo das consequências que ainda acha que pode ter num meio pequeno como a Madeira, recorda-se como ele e os seus companheiros ficaram furiosos. «Então nós somos uns palhaços?» O atentado tinha demorado um mês a preparar, envolvendo muita gente e uma articulação minuciosa. Os operacionais tinham abdicado do método habitual de detonador com relógio e usaram um fio com 500 metros de comprimento para accionar a explosão à distância, no momento certo. Ao longo da estrada, de meio em meio quilómetro, rapazes de «walkie-talkie» na mão iriam controlar o movimento de carros.
O Toyota Corona de Miranda voltou ao Funchal com a resposta de que os rapazes iam pensar no assunto, mas os preparativos continuaram. «Estivemos a ultimar tudo até às cinco da manhã», confessa R., revelando que os bombistas estavam ainda nos seus postos quando o autocarro de Otelo passou, no início da noite seguinte, com o padre Martins e a enchente de crianças. «Felizmente, acabámos por desistir. Ia ser uma carnificina».

Nota de 20 escudos com o carimbo independentista da Flama
R. era o senhor absoluto dos explosivos. «Todas as bombas na Madeira passaram por mim». Era o único com acesso à gelamonite e dominava a parte eléctrica dos engenhos, por causa da formação em engenharia electrotécnica.
Nas quase 200 bombas que fez estoirar entre 1975 e 1978, a Flama apenas utilizou gelamonite. «Podia ser atirada ao fogão que não rebentava, apenas explodia por simpatia, com um detonador, e por isso era muito seguro de transportar», argumenta o engenheiro bombista. Os cartuchos de 100 gramas vinham de um construtor civil do norte da ilha, um simpatizante da causa que nunca faltou com as provisões. «Eu já sabia aquilo de cor: um Fiat precisava de 600 gramas, mas se fosse um Volkswagen tinha de levar um quilo».
continua....
Dono de uma grande empresa no Funchal, o coordenador dos operacionais era o mais rico e mais velho do grupo. Gostava de beber, de sair à noite e, quando queriam referir-se a ele sem lhe denunciar o nome, chamavam-lhe o «homem do Porsche», símbolo do estatuto de boémio quarentão que servia de modelo para os miúdos - na maioria, a roçar a casa dos 20 anos - que se dispunham a encaixar a gelamonite debaixo dos carros dos comunas, às duas ou três da manhã. «Muitas vezes iam bêbados e chegavam a adormecer ao pé das bombas. Tinha de ir lá eu corrigir o relógio para não irmos todos pelos ares. Éramos muito amadores».
«O homem do Porsche» estreara-se na Flama antes da primeira bomba, no Verão de 1975. «Portugal tinha a reboque duas canoas: a Madeira e os Açores. E a gente via que estava a sair de uma ditadura e a entrar noutra. Então pensámos: se querem afundar-se, afundem-se, mas nós vamos cortar a amarra». Um amigo regressado de África convidou-o para uma reunião em casa de um músico, onde seria fundado instantaneamente o grupo operacional. «Apareceu na mesma altura um outro grupo, mas só de incendiários, que se entretinham a regar de gasolina carros de socialistas e comunistas. Mas não tínhamos nada a ver com eles. Éramos autónomos».
DANIEL Drumond, coordenador operacional da «segunda zona libertada da Madeira», em São Vicente, no norte da ilha
O núcleo duro de R. tinha seis elementos e, desde logo, escolheu para quartel-general o hotel do Santo da Serra, no interior da ilha, que baptizaram «primeira zona libertada da Madeira», com duas bandeiras amarelas e azuis da Flama sempre içadas em dois pinheiros muito altos e guardados por cães.
O único bastião concorrente do Santo da Serra era São Vicente, no lado norte da ilha, conhecido por «segunda zona libertada» e onde Daniel Drumond, chefe de repartição da Segurança Social actualmente na reforma, mantinha uma bandeira flamista hasteada numa rocha junto à capelinha do Calhau. Em frente, no bar da Dona Amélia, havia sessões diárias de leitura dos comunicados da Flama e distribuía-se «merchandising» - porta-chaves, canetas, camisolas.
A TRILOGIA do Fama - Fórum Autonomia da Madeira: o presidente, Gabriel Drumond...


Daniel Drumond constituía com mais um outro indivíduo o núcleo operacional do concelho. «Andávamos armados e perseguíamos os comunas. Chegávamos a enfiar o cano de uma caçadeira na boca deles. Mas era só para assustar». Só uma vez o seu companheiro operacional foi longe de mais. Reconheceram um professor comunista num arraial e foram atrás dele. «De repente, o tipo que ia comigo atirou duas vezes. Só por falta de pontaria é que não matou o outro. Zanguei-me a sério - onde é que ele tinha a cabeça?»
Foram os ímpetos individuais que minaram os terroristas. Em 1977 aconteceram os primeiros revezes. Rui Nepumoceno, líder do PCP na Madeira antes e depois do 25 de Abril, conta que um dos operacionais foi-lhe bater à porta. «Jorge Cabrita veio-me pedir para eu sair um ou dois meses da Madeira porque na Flama queriam matar-me. O pai dele tinha grande consideração por mim e por isso ele veio avisar-me. Respondi-lhe que a melhor forma de ajudar era dizer onde é que escondiam o material de guerra». A polícia cercou o hotel do Santo da Serra e descobriu os explosivos e as armas, num dos golpes mais rudes contra o grupo clandestino. Cabrita, mesmo assim, não denunciou ninguém. «Assumiu a responsabilidade de todas as bombas», lembra Nepumoceno. Ao fim de algum tempo preso, a Judiciária libertou-o. A confissão não tinha consistência. Cabrita regressou ao Santo da Serra, mas não durou muito. «Eu sabia que estava aterrorizado, pensava que o iam matar. E a verdade é que morreu de forma estranha», acredita o líder comunista. R. tem uma versão médica: o jovem fizera uma desintoxicação e voltara a beber. «Um psiquiatra disse-me que foi isso que lhe foi fatal».
... o vice-presidente, capitão Machado, que ajudou a formar os bombistas nos anos 70...
A ala política continuava a alimentar sonhos irrealistas - encomendaram um estudo internacional sobre a viabilidade económica da independência e fizeram um hino para a nova pátria, orquestrando-o no Brasil - mas os operacionais caminhavam já para o abismo. A Judiciária passou a fazer buscas nas casas de R., que foi detido várias vezes. Numa delas, para confundir a polícia, duas bombas detonaram no edifício.
A megalomania aumentava, entretanto. Em 1978, o coordenador operacional pensou em exportar atentados para Lisboa, onde na realidade estava o verdadeiro inimigo. A ideia era rebentar com o aqueduto das Águas Livres e cortar o abastecimento à cidade. Foi um passo em falso. Dois indivíduos, um deles ex-comando, vieram de Lisboa ao Funchal, directamente ao escritório do «homem do Porsche», para saber qual era o plano, mas no regresso à capital foram interceptados e denunciaram tudo, incluindo nomes e locais. No próprio dia, o empresário era visitado por dois agentes.
... e Alberto João Jardim
A dificuldade da polícia estava em reunir provas factuais. Que, de resto, nunca apareceram. Pelo contrário: R. deu-se ao luxo de comprar por 50 contos (250 euros) o dossiê inicial da investigação da PJ, com os seus interrogatórios, a um agente que depois viria a ser expulso da instituição. «Queimei o processo no fogão». A Flama não se deixava intimidar. Em retaliação por a Judiciária ter levado um dos colaboradores para os calabouços de Lisboa, vingar-se-ia em dois agentes enviados pela capital. Colocaram uma bomba na roda traseira de uma carrinha, cuspindo o sub-inspector João de Sousa, que estava há 27 dias no Funchal mas foi logo recambiado, depois de uma semana em coma. «Não me deixaram voltar à Madeira». Era o desfecho anunciado das investigações, que já não levariam a lado nenhum. Os caixotes continuam esquecidos nas instalações da PJ do Funchal, sem condições de serem consultados.
Mas a Flama também não voltaria a ter motivos para comemorar. Daí em diante, foram só tragédias. Na ilha do Porto Santo, um descuido no manuseamento de um relógio fez com que uma bomba explodisse nas mãos de um dos operacionais, Rui Alberto. Depois, Alírio Fernandes, que tinha levado a gelamonite até Porto Santo, foi preso e apareceu enforcado na prisão militar do Forte de Santiago. A organização culpou as autoridades. Outros acusaram-na de estar a fazer acertos de contas. Alguns operacionais viraram-se contra os seus superiores. O comerciante Correia da Silva teve a sua quinta incendiada. Miranda era ameaçado de morte. Sobretudo, o grupo de incendiários revoltava-se contra os «traidores» internos. Lamenta R.: «Era um bando de mercenários».
O mais comum dos atentados
Vieram, então, os recados do recém-empossado presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, para pararem, o que seria acatado pela ala política e pelos bombistas, cansados e desiludidos. Isso não livrou Jardim de ser enxovalhado nos últimos comunicados da organização: «Manhoso e ambicioso, Alberto João esperou o momento de dar o salto e, de lá, escravizar a população à sua ambição política». Sentiam-se traídos e abandonados também por Jardim, cuja opinião sempre fora tida em conta pelos dirigentes e operacionais do grupo e que, segundo Daniel Drumond, embora não estivesse envolvido «sabia onde e quando iam rebentar as bombas».
Mais tragédias viriam a ensombrar a história da Flama, já depois de 2000, com outras mortes invulgares. Júlio Esmeraldo, o mais produtivo e popular dos jovens operacionais da equipa de R., apareceu morto numa festa em Santana, agredido na cabeça. E o cadáver de José Bacanhim, um dos dirigentes políticos encarregues de recolher dinheiro na comunidade venezuelana, foi encontrado, de pés e mãos atados, na baía de Machico.
O LÍDER do PCP na Madeira no pós-25 de Abril, Rui Nepumoceno, com a mulher, Aida
Dos sobreviventes, nenhum prosperou. R. entrou em ruína financeira. E João da Costa Miranda vive hoje num pequeno apartamento do Funchal com uma reforma de 300 euros, depois de se ter decidido por um exílio voluntário nos Açores, entre 1978 e 2000. Os flamistas não tinham ido para o poder.
Era o fim da Flama como organização terrorista. Não era o fim da sua capacidade inspiradora. Mais suave, sem braço armado e com outro nome, uma sequela politicamente correcta foi criada 20 anos mais tarde por Gabriel Drumond, primo do operacional Daniel e presidente da Câmara de São Vicente durante duas décadas, andes de se tornar deputado do PSD na Assembleia Regional. Em 1998, o Fama - Fórum Autonomia da Madeira - era a resposta do regime jardinista à Assembleia da República em Lisboa, por não ter deixado passar, na revisão constitucional, um novo estatuto do arquipélago tal como o governo regional tinha pensado, com maior autonomia.
Palácio de São Lourenço, símbolo da Flama
Alguém tinha de fazer pressão sobre Lisboa. O espectro da luta independentista foi retornando ciclicamente às páginas dos jornais. Para sócio número um do Fama foi convidado Alberto João Jardim. E para vice-presidente ressurgiu o capitão Carvalho, um homem ligado desde o início à velha Flama e que reconhece agora ter ajudado a ensinar os operacionais a fazer bombas. «Formei-me em minas e armadilhas, em Mafra, e era isso o que eu fazia em Angola», diz, acrescentando: «A Flama está adormecida, não morta. Ainda há armas escondidas».
O perfume a ameaça velada insinua-se nos discursos. «Em 2010, se a próxima revisão constitucional não nos consagrar o estatuto que nós vamos elaborar aqui, na Assembleia Legislativa, a Madeira devia declarar unilateralmente a independência», defende Gabriel Drumond. «Temos mais independentistas na Madeira do que militantes da oposição».
O seu primo Daniel conta que há já vários anos Gabriel Drumond promove almoços da Flama - «da Flama, e não da Fama» - no concelho de São Vicente. «Vêm uns 30 tipos ligados ao PSD.

O POVO DE SAO VICENTE TEM VOTADO NUM DEPUTADO QUE É UM TERRORISTA, GABRIEL DRUMOND. TAMBÉM TODO O POVO DE TODA A MADEIRA, TEM VOTADO E CONFIADO EM FASCISTAS DE EXTREMA DIREITA DO PSD-MADEIRA, QUE JÁ PERTENCERAM A UMA ASSOCIAÇAO TERRORISTA MADEIRENSE QUE MATOU MUITA GENTE E CAUSOU ESTRAGOS MATERIAIS GIGANTESCOS!!!!! A MEMÓRIA DO POVO É CURTA, MAS A DA VELHA GUARDA NAO É. 2011 SERÁ O ANO DA REVOLUÇAO NA MADEIRA. VAMOS MANDAR ESTES PULHAS DO PSD-MADEIRA PARA TRAS DAS GRADES E FORA DO PODER. QUEREMOS UMA ILHA VERDADEIRAMENTE LIVRE, SEM CORRUPTOS PSD!

Comentários

  1. são estes pulhas do caralho que nos governam? então era verdade o que o brasa do PS disse do alberto joão e os tribunais ainda o puseram a pagar 8mil contos ao alberto joao por difamação mas era verdade so que eles desapareceram com as provas todas. andamos a ser mandados por terroristas. lindo mesmo este caralho!

    ResponderEliminar
  2. António do Cabeço6 de julho de 2010 às 20:09

    De facto é triste que continue a haver gente a pensar assim. Como diria o Toneca, «é a vida». Que razão há para ter acções belicistas? Ou para pensar em independências? Somos uma ilha mínima, com meia dúzia de mortais cá dentro, absolutamente integrados e dependentes social, cultural e economicamente do restante território (Continente, Açores e até Diáspora)isto já para não falar da vertente política. Que pobreza de espírito.Que provincianismo.

    ResponderEliminar
  3. até os inspectores da PJ na Madeira e alguns tipos do ministério público tem medo do AJJ e por isso não é feita nenhuma investigação a nenhuma câmara ou senhor do regime mamadeira. Vivemos num verdadeiro desgoverno, onde tudo rouba e só vai preso e paga multa quem não é afilhado do regime.

    ResponderEliminar
  4. Acho que o PS tem de passar uma guia de marcha ao Daniel Drumond porque os diabetes estão-lhe a subir aos cornos. É um erro brutal para o PS andar a dar asilo político a gente como ele que abre a bocarra só para dizer asneiras, tal como o primo Gabriel Drumond, que levou a lei da rolha por AJJ para andar de bico calado. No lugar do João Carlos Gouveia, mandava tapar o focinho do gajo nas reuniões de câmara para não andar a chamar de burgueses aos comerciantes de são vicente.

    ResponderEliminar
  5. Só vou dar uma novidade à Dona Maria das Dores. Bicos, cornos, focinhos e bocarras não são coisa normal nos restantes seres humanos. São coisas só da sua família. Até nisso você é diferente do resto do mundo. É única duma família única. Esqueceu-se de mencionar os cascos do seu precioso pai. Garanto-lhe, todavia, que em nossa casa, ninguém os tem. Não assuma que sabe coisas das pessoas. O meu pai tem mais que idade para dizer e assumir aquilo que lhe apetecer. E Não é e com certeza não será a última vez que o fará. É que ele tem um defeito enorme de pensar pela cabeça dele e de dizer o que pensa. MEsmo que não cumpra os desígnios altíssimos de seja lá quem for. A isso chamo-lhe coragem e tenho orgulho. Tenha ele razão ou não. Quer eu próprio concorde ou não. Reconheço-lhe coragem e empenho e esse defeito enorme de dizer o que pensa. Outras coisas a que você não deve estar habituada. É que vi cá outros comentários, anteriores ao seu, que discordavam do meu pai de uma ou de outra forma. Abstive-me de comentar, porque respeito as opiniões das pessoas, quer goste quer não. Já você obrigou-me a responder porque senti o dever de lhe informar que apesar de você viver todos os dias entre bicos, bocarras, cornos, focinhos e outros membros que tais, não pense que as outras pessoas são todas iguais a sí e aos seus.

    ResponderEliminar
  6. António do Cabeço7 de julho de 2010 às 19:27

    Muito bem dito Nuno. Todos nós temos os nossos defeitos, e o teu Pai os tem. E convenhamos que este até nem é um bom exemplo, pois ele e o João Machado apenas concordaram com algo que, julgo, a esmagadora maioria da população do Concelho também advoga. O Dr. Romeira pode não ser um bom político. Não será sequer um político. Mas quando abre a boca é como o Daniel e o João machado: é autêntico, é genuíno,diz o que verdadeiramente sente. Por outro lado sabemos que o nosso Concelho foi dos mais duros no que diz respeito à subjugação dos "pobres" pelos "meninos". Durante décadas foi assim, mas felizmente acabou. Agora isso não dá direito a quem conseguiu, e bem, colocar a "cabeça de fora" de insultar tudo e todos, insinuar, maldizer, caluniar. Não foi para isso que saíram debaixo da "canga". Porque senão, ao ter atitudes como as da Sra. Maria das Dores e de muitos outros neste blog, apenas provam que mental e psicologicamente nunca conseguiram sair desse patamar de subalternidade. Julgo que seria um acto de sobriedade intelectual se muitos dos que aqui vêm para levantar testemunhos sobre outros, que no fundo mal conhecem, ocupassem esse tempo a ler, a estudar ou a fazer algo de útil. Eu concordo com este tipo de blogs, porque o regime jardinista é asfixiante e deixa poucas alternativas, mas para isto não!

    ResponderEliminar
  7. Estou desiludido com o PS. Sou comerciante e afinal vejo que apoiam também o romeira pois veio no jornal que também nos chamam de burgueses. políticos do cacete sao todos iguais. um dia destes nao vou votar mais

    ResponderEliminar
  8. O R no texto é de RAMOS. O cabrão do Jaime Ramos e o pai estavam metidos também nessa merda para mamar. É por isso que esses pulhas do PSD-Madeira são os multimilionários que são hoje em dia! Perguntei aos meus avós e disseram-me que toda esta história é verdade porque ouviram falar muita coisa disto. A MADEIRA só vai mudar quando começarem a aparecer mortos alguns juízes e magistrados da madeira no canto do caminho e uns gajos da Judite também que andam por ai fingindo que são isentos...

    ResponderEliminar
  9. O que o João Machado e o Daniel Drumond fizeram, tratou-se simplesmente de um acto democrático e de liberdade de expressão. Acho que as pessoas devem manifestar a sua opninião independentemente de cores políticas.

    ResponderEliminar
  10. Leia e divulgue o novo blog de S. Vicente
    http://obetinhos.blogspot.com/

    ResponderEliminar
  11. o AJJ nao quer mais computadores magalhaes nas casas das pessoas que é para os pequenos nao ensinarem aos pais a virem a estas paginas da internete ver os podres desses filhos da puta todos do PSD mas fode-se porque o meu sobrinho mostrou-me isto e eu confirmo que muita coisa que aqui ta escreta ta certa e e verdade. ja nao vou a festa do chao da lagaoa aturar os terroristas da madeira

    ResponderEliminar
  12. ola luis so tenho a te dizer umas coisas, uma e que nao deves ter passado a portugues na escola de certeza porque internet nao leva "e" no fim, "ta" ainda que eu sabia nao é verbo, escreta é com "i" no meio "escrita" e nao se escreve "lagaoa" mas sim "Lagoa"...sais-te ca um cromo a este blog...e ja agora compra um sony vaio ehehhe

    ResponderEliminar
  13. Posso garantir, que nem meu pai, nem meu avô, nem o bisavô, roubaram fosse o que fosse a ninguém. Sei de casos de terrenos que pertencem à minha família ou em que a minha família é herdeira e que foram ocupados por recém-latifundiários e outros que tais. E é assim que eles crescem. Nas Ginjas isso também aconteceu. Registos feitos a torto e a direito. Alguns até vieram posteriormente a aparecer os verdadeiros donos a reclamar. Uma vergonha. Não sei também como o jardim dos correios, na Vila, que era onde se situava o pelourinho de São Vicente, veio aparecer em nome dum privado. Na Fajã da Areia e Juncos, mais do mesmo. O meu pai nunca ganhou um tostão com a política. Antes pelo contrário. Se meu pai está do lado do PS (como independente) é porque se pôs do lado contrário a certas coisas que aconteceram em São Vicente pelas alturas de início de mandato do Professore Duarte Mendes. Vejam o que se passou desde aí e se calhar percebem, porque ele está do "outro lado". Esse "outro lado" que ele está, é o lado que não concorda muito do que tem sido feito em São Vicente desde essa altura. E se ele tem "coragem" de dizer o que pensa, isso não é mais que um direito que lhe assiste. O problema desta ilha e deste País é mesmo esse. Os partidos sobrepõem-se à vontade das pessoas. E os partidos devem ser feitos de pessoas individuais, que partilham "alguns" pontos de vista em comum. O que não é "normal" é, desde sempre, toda a gente no PSD, concordar plenamente com o líder.
    Já agora, o meu pai não concorda com o Dr. Romeira nem reintera as palavras que este último referiu. Acha-as de mau gosto e de falta de bom senso. Concorda todavia
    , que os comerciantes de São Vicente não tomam iniciativas conjuntas em prol dos seus negócios, relegando essa responsabilidade, quase na totalidade para a câmara municipal, mesmo quando são eles os mais interessados na promoção do concelho. Ou pelo menos deviam ser. Em vez de se calarem À espera de um osso, que acordem. Isso do "mais vale cair em graça que ser engraçado" é de gente comodista e instalada com a vontade própria a definhar e disposta a hipotecar a sua ideia. As pessoas parece que têm medo de dizer o que pensam e depois, ficam escandalizadas quando alguém o faz. E é assim que vamos. O problema de São Vicente está a milhares de anos de luz de ser o mau pai.
    Umas perguntas, já agora, para despertar:

    Acham que o facto da estrada da Serra d`Água estar naquele estado há já quatro meses, retira turismo a São Vicente?

    Acham bem, num concelho com tantos quilómetros de costa, só termos uma praia com condições aceitáveis (Ponta Delgada) e termos a água do mar cheia de terra?

    Estava a ver umas revistas sobre turismo e só vejo Açores paisagem. Açores canyoning. Açores surf. Açores qualidade. Açores paraíso.

    A MAdeira está a ficar para trás. e São Vicente cada vez mais, ainda mais.

    ResponderEliminar
  14. Há quebras enormes nas dormidas. O Jaime Ramos bem que podia vender alcatrão da fábrica dele para deitar na serra de agua logo em março mas como ia ser fiado, ele não vendeu e o PSD deixou a gente andar a rebentar os nossos carros todos naqueles desvios que nunca mais acabam! Agora quem se lixa somos nós, o povo.

    ResponderEliminar
  15. Nao so os jardins dos correios,mas tambem a esplanada do Ferro velho.A camara que investigue!.Ou sera que vai incomudar muita gente?

    ResponderEliminar
  16. São Vicente está a ir ao fundo!
    Não há dinheiro e o povo cada vez trabalhada mais e está a ser explorado.
    Vejam o casa das Grutas de São Vicente… Enquanto um anda de Jipe e bem na vida, os trabalhadores de lá tem ordenados em atraso! Será que vão receber ou vão abrir falência! Más gestões dão disso… Ai Vitor, Vitor, um curso de gestão fazia-te tanta falta… E não só!
    Continuamos atentos…

    ResponderEliminar
  17. Como é que vai haver dinheiro para pagar os funcionários das grutas se o Vitor ganha 5 vezes mais do que os outros funcionários. Este tipo sem estudos é o director das grutas e ganha 500 contos por mês e ainda por cima tem o clube naval. Isto é só mamar.

    ResponderEliminar
  18. Agora o problema de São Vicente é o Vítor? E de novo a conversa dos carros? Quando é que as pessoas acordam?

    Vou deixar uma ideia do que está mal.

    O suposto e alegado acusado e castigado sem provas no seu posto de trabalho, criador e autor do blog "Rosnido", foi agredido em Lisboa no fim da semana que passou. Dois fulanos saíram dum carro preto e deram-lhe uma tareia que o pôs no Hospital. Depois fizeram-lhe uma conversa que só ele poderá reproduzir se assim for o seu desejo. Depois, abandonaram o local no mesmo carro. Não há testemunhas. Foi em Lisboa. Não foi assalto.

    Pistas?

    ResponderEliminar
  19. é como eu digo, um dia destes vamos ter de limpar alguns juizes e alguns bofias falsos que andam por ai e tudo fica melhor

    ResponderEliminar
  20. O AUTOR DO BLOG ROSNIDO SÓ PODE SER UMA GAJA.ELA SÓ SABE A COR DO CARRO. SE FOSSE UM GAJO SABIA A MARCA.

    ResponderEliminar
  21. Se as pessoas se deixassem de baboseiras e realmente começassem a perceber o que se passa e a agir em conformidade...
    "O poder tende a corromper e o poder absoluto, esse corrompe absolutamente." A frase não é minha ao contrário da tradução que pode nao ser a mais correcta. Mas a ideia é essa. É de um Senhor que se deu pelo nome de John Dalberg-Acton e que lutou pela liberdade e direitos das pessoas. O mesmo senhor disse "É mau ser oprimido por uma minoria mas, é ainda pior ser oprimido por uma maioria."
    Ainda do mesmo senhor "Todas as coisas secretas degeneram. Mesmo a administração da justiça; nada que não se saiba, não se discuta e não se publicite é seguro."

    ResponderEliminar
  22. E vocês continuam a brincar e a gracejar com coisas sérias. E a rebolar. Talvez quando for a vossa vez, percam essa vontade de rir e escarnecer. Eu, levo a Liberdade muito a sério.

    ResponderEliminar
  23. O poder de mudar está no voto! Isto aqui é muito blá blá e pouca coisa se vê feita! Caro Nuno! Continua que vais bem!

    ResponderEliminar
  24. o governo fala .fala mas nada faz para melhorar a vida dos portugueses ladrar todos os caes sabem ,mas infelismente a vida e assim senhores menbros e chefes de estado vamos melhorar a vida de quem trabalha vamos aumentar o salario minimo para mil euros para viveram com dignidade e sem miseria os senhores podem ganhar milares e nos que nem da para comer senhor ponha a mao na conssiencia tir um poco de quem ganha bem para dar a quem precisa nao custa nada e tirar de quem tem para dar a quem nao tem ve e facil e tirar dos ricos e dar uma boa vida aquem e pobre.......

    ResponderEliminar
  25. Muitos Parabéns!!! Força e a continuação de um bom trabalho. Dora Guedes

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

CÂMARA DE SÃO VICENTE METE 31.500 EUROS NO BOLSO DA EMPRESA DO MENINO DA JUNTA DE FREGUESIA

MIGUEL ALBUQUERQUE E A SUA QUADRILHA DE NOVOS RICOS

COMO JOSE ANTÓNIO GARCÊS FOI ELEITO PRESIDENTE DA CAMARA DE SÃO VICENTE